Mundial 2026: o formato de 48 seleções e os prêmios individuais
O Mundial de 2026 foi o primeiro da história disputado com 48 seleções. A competição organizada por México, Estados Unidos e Canadá começou em 11 de junho e terminou em 19 de julho, com a Espanha campeã e a Argentina vice-campeã.
Além do número maior de participantes, o torneio de 2026 foi o 23º da história e teve uma decisão definida apenas no alargue: 1 a 0, com gol de Ferran Torres, no estádio MetLife, em Nova York/Nova Jersey. O formato novo e a premiação individual são os dois pontos que ficam do torneio.

O primeiro Mundial com 48 seleções
A edição de 2026 entrou para a história por um motivo de formato: foi o primeiro Mundial com 48 seleções na disputa, um aumento em relação a todas as edições anteriores da competição.
Mais seleções significam um torneio mais largo, com mais países representados e um caminho mais longo até a final. Para quem acompanha o futebol sul-americano, a leitura do torneio passa a considerar um número maior de participantes desde a primeira fase.
O número de participantes é o dado que melhor diferencia o Mundial de 2026 dos anteriores. A expectativa criada em torno do formato expandido acompanhou toda a competição, do primeiro jogo até a final de 19 de julho, disputada entre Espanha e Argentina.
Três países anfitriões e a final em Nova York/Nova Jersey
O Mundial de 2026 foi organizado por três países: México, Estados Unidos e Canadá. Foi a primeira edição com essa divisão de anfitriões, o que distribuiu a competição por um território muito maior.
A final foi disputada no estádio MetLife, na região de Nova York/Nova Jersey, no dia 19 de julho. Foi ali que a Espanha venceu a Argentina por 1 a 0, no alargue, com gol de Ferran Torres.
Um Mundial com três anfitriões muda a experiência do torneio para quem acompanha de fora: mais cidades, mais fusos e uma competição que se espalha em vez de se concentrar em um único país.
De 11 de junho a 19 de julho: um mês de torneio
A Copa do Mundo de 2026 começou em 11 de junho e terminou em 19 de julho, um pouco mais de um mês de competição. Foi o período em que as 48 seleções disputaram o título.
O calendário longo é consequência direta do formato expandido. Com mais seleções em campo, o torneio precisa de mais dias para completar todas as fases até a final.
Para as seleções que chegaram às fases finais, o mês de competição funcionou como uma temporada paralela: um bloco contínuo de jogos, viagens e recuperação, encerrado apenas na decisão de 19 de julho.
A Espanha campeã e o segundo título mundial
A Espanha terminou o Mundial de 2026 como campeã e conquistou o segundo título mundial da sua história. O troféu veio com uma vitória por 1 a 0 sobre a Argentina, no alargue, com gol de Ferran Torres.
A campanha espanhola também ficou marcada pela final em Nova York/Nova Jersey, no estádio MetLife, e por um detalhe que resume o torneio: o título foi decidido por um gol, já na prorrogação.
A Argentina, que entrou no Mundial como campeã de 2022, terminou em segundo lugar. A defesa do título acabou na última partida possível, contra a seleção que ficou com a taça.
O pódio completo: Argentina, Inglaterra e França
Além da Espanha campeã, o Mundial de 2026 definiu o restante do pódio: Argentina em segundo, Inglaterra em terceiro e França em quarto lugar. A tabela abaixo reúne as quatro colocações do torneio.
| Posição | Seleção | Resultado |
|---|---|---|
| 1 | Espanha | Campeã: 1 a 0 sobre a Argentina, no alargue |
| 2 | Argentina | Vice-campeã, após defender o título de 2022 |
| 3 | Inglaterra | Terceiro lugar |
| 4 | França | Quarto lugar |
A leitura do quadro é simples: a Espanha ficou no topo, a Argentina logo atrás, e as duas vagas seguintes ficaram com Inglaterra e França. Quatro seleções, quatro posições distintas.
Os prêmios individuais do Mundial de 2026
O torneio também premiou três destaques individuais, e os três prêmios foram para jogadores espanhóis, da seleção campeã. A lista é curta e direta:
- Melhor jogador do torneio: Rodri Hernández, da Espanha.
- Melhor goleiro: Unai Simón, da Espanha.
- Melhor jogador jovem: Pau Cubarsí, da Espanha.
Juntos, os três prêmios contam a história do torneio: a Espanha venceu a final e também as escolhas individuais da competição, com destaque para Rodri Hernández como melhor jogador, Unai Simón como melhor goleiro e Pau Cubarsí como melhor jovem.
Para a Argentina, o Mundial de 2026 terminou com o vice-campeonato e sem prêmio individual, mas com o segundo melhor resultado do torneio, atrás apenas da seleção que levantou a taça em 19 de julho.
O balanço de um Mundial de formato novo
O Mundial de 2026 deixou três marcas principais: foi o primeiro com 48 seleções, foi o primeiro organizado por três países anfitriões e teve uma final decidida no alargue, entre Espanha e Argentina, com gol de Ferran Torres.
O torneio durou de 11 de junho a 19 de julho e terminou com a Espanha campeã, a Argentina em segundo, a Inglaterra em terceiro e a França em quarto. É o resumo de um mês de competição com o formato mais amplo já usado em uma Copa do Mundo.
Para o futebol argentino, o balanço do torneio é o de uma seleção que defendeu o título de 2022 até a última partida possível e ficou a um gol, marcado no alargue, de manter a taça que havia conquistado quatro anos antes.


